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MANCHETES

» 09/02/2020 - 20:33
SescTV apresenta show e documentário inéditos da banda paulista Ozu

O SescTV apresenta a banda Ozu em documentário inédito da série Passagem de Som e em show da série Instrumental Sesc Brasil. No primeiro, os artistas relembram o surgimento da banda, falam sobre suas influências musicais e visitam uma casa em Cotia, no interior de São Paulo, lugar onde ensaiavam e gravaram suas primeiras canções. O segundo programa apresenta o show da banda paulista, gravado no Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, em 2018. As produções têm direção geral de Max Alvim e estreiam no SescTV neste domingo (09/02), a partir das 21h.

No Passagem de Som, Francisco Cabral, o tecladista da banda, comenta que morou no interior do Amazonas por um ano e meio e quando retornou à Cotia, começou a formação da Ozu em uma casa onde ensaiavam e gravavam as canções. “A banda surgiu porque eu descobri softwares de música digital, comecei a produzir beats e fiquei muito empolgado quando descobri os samplers”, diz. Francisco explica que a partir desse momento, sentiu a necessidade de buscar pessoas para tocar.

A vocalista e guitarrista Juliana Valle recebeu o convite para cantar na Ozu ao participar de uma das filmagens da banda, feitas na cidade de Cotia (SP). “Eu tinha acabado de começar a estudar música, foi uma surpresa”, afirma a vocalista. O baixista João Amaral confessa que entrou para a banda sem saber ao certo qual era o tipo de som que faziam. “O que me chamou a atenção foi a simplicidade técnica da execução e a potência expressiva que tem o trip hop”, explica o músico. 

“Se você gosta de lo-fi, de música dos anos 90 e de uma aura mais soturna, vai curtir o som da banda”, comenta Eduardo Santana, produtor musical da Ozu. Durante o Passagem de Som, o tecladista Francisco também pondera que o grupo evita muitas alegorias, volumes e solos evidentes.

O programa mostra ainda uma visita do grupo ao bairro da Liberdade. Em conversas durante a visita, a banda diz que o nome Ozu foi uma escolha coletiva, por gostarem da estética dos filmes de Yasujiro Ozu (1903-1963), um dos principais diretores de toda a história do cinema e um dos grandes diretores japoneses, que mais se identificou com o modo de vida do Japão do século XX. Os integrantes da banda associaram Ozu a algo estético, curto e gráfico.

Ao finalizar o Passagem de Som, tem início a apresentação da série Instrumental Sesc Brasil, exibida na sequência. No repertório, composições como Meia água; João Pepino; Tucunaré; Gaze; Reversa; Wet Asphaut; Voadeira; Yet to come; Back Home; Improviso (Ozu) e Password, todas de autoria de Francisco Cabral.

Músicos: Sue-Élie Andrade-Dé (guitarra), Felipe Pagliato (bateria), João Amaral (baixo elétrico), DJ Rta (toca discos), Juliana Vale (guitarras e sampler) e Francisco Cabral (teclado).

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