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Divulgação - SescTV
 
MANCHETES

» 08/03/2019 - 19:23
Produções refletem sobre diferentes aspectos das violências sofridas por mulheres no SescTV

Nesta sexta-feira (08/03), data que celebra o Dia Internacional da Mulher, e no sábado (09/03), o SescTV apresenta seis produções, com a temática violações ao feminino, que aborda diferentes aspectos das violências sofridas pelas mulheres. São elas: o show Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo; os documentários No Devagar Depressa dos Tempos e Quem Matou Eloá?, o curta-metragem de ficção, Meninas Formicida; o programa Direitos Humanos e a Declaração Universal, e o espetáculo  Erêndira, com a  Biblioteca del Corpo, dirigida e coreografada por Ismael Ivo, que integra a série Dança Contemporânea.  

Nesta sexta (08/03), às 18h, no show Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo, a intérprete - que já sofreu violência doméstica e sexual - cantou composições, que mesclam samba com rock, rap e música eletrônica, do disco de mesmo título, vencedor do Grammy Latino 2016, na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, entre outros prêmios.

Ainda neste dia, o canal leva ao ar dois documentários premiados. Às 23h, No Devagar Depressa dos Tempos, com direção de Eliza Capai, e às 23h30, Quem Matou Eloá?, de Lívia Perez. O primeiro percorre o município de Guaribas (PI), cidade piloto do Programa Bolsa Família, e mostra como o benefício social mudou a realidade de diferentes gerações de mulheres no sertão daquele estado. Elas falam das dificuldades que já passaram em suas vidas e sobre o quanto lutam para que seus filhos tenham uma história diferente das delas. A produção ganhou os prêmios de Melhor Curta no Festival de Curtas do Vale do Jacuípe (BA), na Mostra Sertões, em 2014, e no Festival de Cine de la Mujer Marioalionza, na Venezuela, em 2015; além de Melhor Filme, no Festival de Vitória (ES), categoria Voto Popular, em 2014.  

Já o segundo retoma o sequestro de Eloá e sua amiga Nayara, ambas de 15 anos, e o feminicídio da primeira, em 2008. A partir de imagens da imprensa, especialistas analisam, sob diferentes pontos de vista, as vítimas e o sequestrador, a cobertura da mídia, o trabalho da polícia e a violência sofrida pelas jovens durante os cinco dias que ficaram em cárcere privado. Quem Matou Eloá? recebeu, em 2015, os prêmios de Melhor Curta Paulista no Semana Paulista do Curta-metragem, de Melhor Curta-metragem no Atlanticdoc – Festival Internacional de Cinema Documentário do Uruguai, e de Melhor Documentário em Curta-metragem no Genni Awards – Alliance for Women in Media Southern California.

Fechando o dia 8, à meia-noite, a ficção Meninas Formicida, dirigido por João Paulo Miranda Maria, narra o drama de adolescentes que trabalham em uma floresta de eucalipto. As jovens matam formigas com um pesticida, enquanto uma delas precisa lidar com uma gravidez indesejada, vivendo com medo e lutando contra uma mentalidade conservadora e machista da sociedade. A produção ganhou o Prêmio SescTV de Melhor Filme na 17ª edição do Goiânia Mostra Curtas, em 2017.

Na sequência, na madrugada do dia 9, às 0h15, vai ao ar Direitos Humanos e a Declaração Universal, dirigido por André Queiroz. O programa reflete sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos por meio de comentários de personalidades como Padre Júlio Renato Lancellotti; Márcio Black, cientista político; Olga Quiroga, gestora de saúde; MC Soffia, rapper; Cristine Takua, professora indígena e representante da Comissão Guarani Yvy Rupa; Marcelino Freire, escritor; Suelaine Carneiro, socióloga; e Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc SP.

Encerrando as exibições sobre violações ao feminino, a série Dança Contemporânea apresenta, no dia 9/3, às 0h30, a coreografia Erêndira, de Ismael Ivo, encenada pela companhia Biblioteca del Corpo. Inspirado na obra A Incrível e Triste História da Cândida Erêndira e da Sua Avó Desalmada, do colombiano Gabriel García Márquez, o espetáculo narra a história de uma adolescente forçada, pela avó, a se prostituir para retribuir as perdas que tiveram quando, acidentalmente, a casa da família foi destruída por fogo. Gravada no Sesc Pinheiros, na capital paulista, a dança tem como convidada a atriz Cleide Queiroz, que interpreta a avó cruel.

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