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Divulgação - Record TV
 
MANCHETES

» 05/02/2018 - 20:27
"Domingo Show" alcança 11 pontos com reportagem sobre Leila Cravo

No último domingo (04/02), o “Domingo Show” registrou 9 pontos de média na faixa da Reportagem de Domingo, contra 5 pontos do SBT, consolidando o segundo lugar isolado. A atração da Record TV conquistou quatro pontos de vantagem sobre a concorrente durante o quadro, que mostrou a entrevista exclusiva que Geraldo Luis fez com a atriz e apresentadora Leila Cravo. O pico foi de 11 pontos e o share de 17%.

E na faixa completa, das 10h59 às 15h32, o programa, comandado por Geraldo Luis, consolidou o segundo lugar isolado com média de 7 pontos, pico de 11 pontos e share de 16%, contra 6 pontos do SBT.  

O dominical recuperou a história de uma das mais promissoras atrizes da década de 1970. Apresentadora do Fantástico e tida como uma das musas do período, Leila Cravo, que também atuava em novelas e em filmes ao lado de artistas renomados, teve a carreira destruída depois de aparecer nua e machucada no térreo de um badalado motel do Rio de Janeiro, na manhã do dia 12 de novembro de 1975. Geraldo quis saber o que realmente aconteceu naquela madrugada, quando a artista se hospedou no Motel VIPs com o banqueiro Marco Aurélio Moreira Leite.

Em entrevista exclusiva ao apresentador Geraldo Luís, Leila, hoje aos 64 anos, revelou alguns detalhes do acidente, que marcou sua vida pessoal e profissional. Na época, jornais e revistas publicaram que ela havia se jogado de uma altura de 18 metros, equivalente a um prédio de cinco andares. Ela afirmou, por outro lado, que não tentou se suicidar. “Eu não confiava na imprensa definitivamente. Era uma notícia falsa atrás da outra”, desabafou. “Foi como se houvesse um complô para me matar profissionalmente, nacionalmente”, frisou

A tragédia deixou várias sequelas na atriz, que sofreu um politraumatismo craniano e ficou em coma por alguns dias. Fora isso, ela também chegou a perder o paladar, o olfato e 95% da visão do olho esquerdo. Por essa razão, a carreira de Leila, que chegou a atuar em folhetins de autores como Gilberto Braga e Dias Gomes e a contracenar com nomes como Renata Sorrah, Sandra Brea e Vera Fischer, ficou comprometida. “Eu tentei voltar, falei com diversas pessoas de televisão, teatro, cinema, mas era como se eu tivesse virado uma coisa, que eu pudesse transmitir algum tipo de vírus”, lamentou.

Para ajudar a contar a história de Leila, vista também como “o furacão sensual da década de 1970” - “eu não me considerava nem tão bonita quanto diziam que eu era”, ponderou -, Geraldo Luís conversou com artistas que trabalharam com ela, como o ator Stepan Nercessian e a atriz Zélia Zamir, que, inclusive, esteve com Leila horas antes de ela ser encontrada inconsciente na frente do Motel VIPs. “Eu costumo dizer que o meu corpo conseguiu sobreviver, mas a minha alma, não”, concluiu Leila.  

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