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MANCHETES

» 17/04/2017 - 20:54
Conexão Repórter garante vice-liderança isolada com entrevista bombástica de Roy

Nesta madrugada de domingo (16/04) para segunda-feira (17/04), o jornalístico comandado por Roberto Cabrini no SBT garantiu o segundo lugar isolado no ranking geral.

No horário em que foi ao ar, da 00h02 à 01h08, o “Conexão Repórter” marcou 5 pontos de média, 13,4% de share e 6,2 pontos de pico.

Na mesma faixa horária, a Record TV marcou 2,8 pontos de média.

Roberto Cabrini entrevistou o ex-Menudo Roy e ouviu revelações devastadoras. Cabrini desvendou a trajetória de sofrimento e a revolta de Roy Rosseló. Mais de três décadas depois, o ex-Menudo relatou uma rotina de assédio e abuso sexual.  

Confira trechos da entrevista:

De tudo que você viveu, qual foi o pior momento?

Ah, foi em Copacabana, quando a gente fez a primeira turnê. Eu saí com algumas meninas e, quando cheguei no hotel, Edgardo tava na recepção. Me puxou pelo cabelo, pelo Copacabana Palace, pela recepção toda me batendo, me chutando, me maltratando. (Roy fala sobre o empresário Edgardo Díaz)

Na sua primeira noite fora de casa, você teve de ficar com o empresário?

Com o empresário.

Como foi essa primeira noite?

Foi a pior noite, pior noite, foi a pior noite da minha vida.

O que acontece quando ele fecha a porta e vocês ficam no quarto, sozinhos?

Ele simplesmente falou tira e roupa e vai tomar um banho que eu quero ver você pelado. Eu tomei banho, saí de toalha, ele falou eu quero te ver, eu quero te ver completo, eu quero ver seu corpo, eu quero ver suas partes íntimas, direto assim, vem cá, deita na minha cama. (se emociona) Aí, ele me estuprou praticamente.

Não houve consentimento?

Não houve consentimento, não houve pena da parte dele, não houve nenhuma pena (chora).

Quanto tempo durou isso?

Os 3 anos que eu estive no Menudo.

Você pensava em se matar?

Em Porto Rico, eu tentei me matar.

De que jeito?

Fui nas pedras, um lugar muito perigoso, muita gente ter morrido lá, aí...

Na sua cabeça seria uma maneira de se libertar?

Exatamente. Uma vez em Porto Rico também, me joguei na avenida, pra um carro passar em cima de mim. E na Bahia também, quando fui acusado de ter maltratado uma mulher.

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