Rafinha Alcântara, campeão olímpico na Rio 2016 e ex-jogador
do Barcelona, é o convidado do CNN Esportes S/A neste domingo (01/11), às
21h15, na CNN Brasil. O ex-jogador relembra as emoções e a responsabilidade da
conquista do ouro inédito com a Seleção Brasileira em um Maracanã lotado. Ele
também aborda sua aposentadoria dos gramados aos 33 anos e a transição de
carreira para o mercado de investimentos como sócio da RFJ Capital, alertando
para a necessidade de gestão patrimonial consciente no futebol. Para completar
a conversa, Rafinha detalha os bastidores da metodologia de base do Barcelona,
clube onde foi formado desde as categorias infantis.
Ao recordar a campanha histórica nos Jogos Olímpicos do Rio
de Janeiro, Rafinha destaca a atmosfera de superação e o peso da expectativa
popular até a decisão nos pênaltis. “Foi especial, foi incrível, foi uma
lembrança maravilhosa do que você falou. Primeiro título inédito, fazer parte
desse grupo foi incrível, no Rio de Janeiro, no Maracanã lotado, então foi um
sonho realizado. Juntou tudo. A gente sabia que era especial, a gente sabia que
era diferente, a gente sabia que o povo brasileiro queria essa vitória e,
graças a Deus, pelos pênaltis, a gente conseguiu levar para casa”, afirma.
O ex-atleta também explica como construiu sua preparação para
o pós-carreira e como a orientação financeira desde jovem permitiu sua
consolidação no ecossistema de investimentos. “No meu primeiro contrato
profissional, meu pai me colocou um profissional para me ensinar e me guiar e
tomar as direções do meu patrimônio, dos investimentos, do que fazer, o que não
fazer, desde muito cedo. Depois eu tive a sorte que meus sócios tiveram essa
continuidade, trabalho com eles há mais de oito anos, devido a minhas lesões e
minha preocupação e minha vontade de querer aprender”, explica.
Ao falar sobre a estrutura formativa que o moldou como
profissional, Rafinha analisa o padrão unificado e disciplinar que rege as divisões
de base do Barcelona. “O que eu vi é a metodologia deles. Tem uma metodologia muito
clara, desde o sub-7, que acho que é o primeiro time, desde o sub-7 até o
profissional, eles treinam do mesmo jeito, têm as mesmas responsabilidades, o
mesmo jeito de tratar todo mundo”, declara.