Em uma reportagem especial exibida em dois episódios no
Fantástico, a partir deste domingo (27/09), a repórter Sônia Bridi viaja à
República Democrática do Congo para mostrar como o ebola afeta a vida de
milhares de pessoas e os desafios enfrentados por quem atua para conter o
avanço da epidemia.
A convite da Missão das Nações Unidas para a Estabilização da
República Democrática do Congo (Monusco), comandada por um general brasileiro,
Sônia Bridi e o repórter cinematográfico Paulo Zero conduzem o material, que
percorre regiões afetadas pela epidemia, acompanha o trabalho de profissionais
de saúde e organizações humanitárias e revela os desafios enfrentados para
conter a disseminação do vírus. Com acesso a áreas de isolamento e aos
protocolos de segurança utilizados para conter o contágio, a reportagem mostra
os avanços e os limites da resposta internacional diante do surto. As imagens
registram ainda o impacto humano da doença em famílias inteiras; o trabalho de
acolhimento a crianças órfãs do ebola; e histórias de sobreviventes que hoje ajudam
a cuidar de novos pacientes.
Também neste domingo, chega ao fim a jornada dos seis
estudantes que participaram do quadro “Profissão Repórter Procura”, iniciativa
comandada por Caco Barcellos em busca de um novo talento do jornalismo. Os
universitários foram selecionados entre centenas de inscritos de todo o Brasil
a partir de um edital da Academia LED Globo – Jornalismo na Universidade. O
participante que se destacou nos desafios será revelado ao vivo no ‘Fantástico’,
em uma edição especial no palco da atração. O programa vai exibir flashs ao
vivo diretamente das cidades dos estudantes, com ajuda das afiliadas Globo que
estarão no Maranhão, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Goiás e Minas
Gerais, para mostrar a expectativa de familiares, amigos e torcidas que
acompanharam cada etapa do desafio.
A atração exibe ainda uma reportagem do médico Drauzio
Varella sobre uma mulher que vive há 57 anos com o mesmo rim transplantado, que
hoje soma 111 anos de idade biológica. Drauzio Varella apresenta a trajetória
de Maria Célia, que vive com o rim doado pela mãe, Guiomar, em um transplante
realizado em 1969. Sem registrar episódios de rejeição ao longo de mais de
cinco décadas, o órgão se tornou o rim transplantado há mais tempo em
funcionamento em uma pessoa ainda viva.
A reportagem também mostra como os transplantes renais evoluíram
no Brasil ao longo das últimas cinco décadas. Atualmente, cerca de seis mil
cirurgias são realizadas por ano no país, integralmente custeadas pelo Sistema
Único de Saúde, incluindo os medicamentos necessários pelo restante da vida dos
pacientes. Oito em cada dez transplantes renais são feitos com órgãos de
doadores falecidos.
O ‘Fantástico’ começa na TV Globo, logo após o ‘Domingão com
Huck’.