Nesta terça-feira (07/04), às 22 horas, na TV Cultura, Marcelo
Tas recebe a apresentadora e atriz Adriane Galisteu no Provoca. Durante a
conversa, ela fala sobre o docu-reality Barras Invisíveis, que retrata sua
vida, e a série documental Meu Ayrton: Por Adriane Galisteu. A comunicadora
também comenta sua relação com Silvio Santos, o período longe da TV aberta e
outros momentos marcantes da carreira.
Galisteu revela que é fã de reality shows, mas admite que se
expor pode ser desafiador. “Quando eu topei fazer o Barras Invisíveis, foi no
impulso. Falei: claro, vamos fazer. Quando a câmera entrou na minha casa, me
deu um desespero”, revela.
Em outro momento, a apresentadora comenta a motivação para
produzir o documentário sobre Ayrton Senna. “Tenho que agradecer ao meu marido,
que foi o maior entusiasta. Meu relacionamento com o Ayrton, apesar do final
trágico e doloroso, foi muito especial. Mostrava um Ayrton homem, pouco
retratado. Eu queria contar que o lado pessoal dele era tão grande quanto o
tricampeão mundial”, observa.
Galisteu também fala sobre sua relação com Silvio Santos
durante sua passagem pelo SBT e relembra o período em que ficou fora da TV
aberta. “Eu tive um desgaste grande no SBT, ele não era um cara fácil. Minha
mãe brigou comigo por causa dele (...) trocar ideia com o Silvio Santos era
chegar com as suas e sair com as dele”, expõe.
A apresentadora conta ainda que Silvio Santos disse que ela
pediria para voltar. “Ele desenhou a minha história, pedi para voltar mesmo
(...) fiquei cinco anos na Band e depois fiquei nove anos fora do ar, da TV
aberta (...) poucas coisas me deixaram tão abalada, mexeu tão profundamente
comigo como isso”, desabafa.