A partir desta quarta-feira (18/02), o ‘SP1’ exibe uma série em
três reportagens que mostra como são e como funcionam alguns dos parques
urbanos mais emblemáticos do mundo. As matérias produzidas em São Paulo, Nova
York e Londres revelam diferentes modelos de gestão, financiamento e
preservação, além da relação afetiva que cada cidade mantém com suas áreas
verdes.
Na reportagem de estreia, o correspondente Felipe Coaglio
destacou o papel do Central Park — primeiro parque público construído nos
Estados Unidos e hoje visitado por 40 milhões de pessoas ao ano — como um dos
principais refúgios da cidade de Nova York. Administrado por uma fundação sem
fins lucrativos desde 1980, o parque é mantido majoritariamente por doações e
serviços internos, movimentando cerca de 1 bilhão de dólares por ano na
economia local. A reportagem mostrou ainda iniciativas curiosas, como a adoção
de bancos por 20 mil dólares, que financiam parte da manutenção.
A correspondente Cecília Malan apresenta o funcionamento dos
oito Parques Reais, em Londres, que são administrados pela instituição The
Royal Parks. Com orçamento anual de 75 milhões de libras, apenas 15% financiado
pelo governo, esses espaços combinam preservação ambiental, grandes eventos,
serviços e doações para manter 170 mil árvores, 800 estruturas históricas e
meio milhão de flores plantadas por ano. Juntos, recebem mais de 77 milhões de
visitantes anualmente.
Na última reportagem da série, a repórter Patrícia Falcoski
percorre parques que fazem parte da rotina dos paulistanos, como o Ibirapuera —
administrado por uma empresa privada desde 2020 — e o Parque do Carmo, na Zona
Leste, famoso pelo Festival das Cerejeiras e por seu bosque com mais de quatro
mil árvores. Espalhados pela cidade, os 132 parques paulistanos funcionam como
refúgio físico e emocional em meio ao ritmo acelerado da metrópole.
A série de reportagens especiais sobre os parques públicos
vai ao ar no ‘SP1’ de 18 a 20 de fevereiro.